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Sexta-Feira, 25 de Abril de 2014 | Última atualização ocorreu às 13:52hr

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Advogada se defendeu e foi baleada de raspão no queixo, diz Renato Pattoli.

Segundo o perito Renato Pattoli, do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de São Paulo, apesar de Mércia Nakashima ter sido baleada dentro do seu carro, o mais provável é que ela tenha morrido afogada. O corpo da advogada foi achado em 11 de junho numa represa em Nazaré Paulsita, no interior de São Paulo. A vítima estava desaparecida desde 23 de maio, quando saiu da casa dos avós em Guarulhos, na Grande SP.

“Pela experiência que tenho, o tiro não deve tê-la matado. Pode ter sido afogamento. Pode ter desmaiado com o disparo e ter morrido por afogamento”, afirmou nesta quarta-feira (30) ao G1 o perito Pattoli, responsável pelo laudo sobre a cena do crime.

Ainda, de acordo com Pattoli, somente o laudo do IML (Instituto Médico Legal) poderá determinar a causa da morte da vítima. Os peritos do caso se reúnem no prédio da Polícia Técnico Científica, na capital, na tarde desta quarta, para debaterem os laudos. Os resultados dos exames são aguardados para esta semana. “A minha opinião é de que ela morreu afogada, mas só o IML tem condições de confirmar isso ou não”, disse o perito.

O principal suspeito pelo crime é o ex-namorado de Mércia, o advogado e policial militar Mizael Bispo de Souza, de 40 anos. Para a polícia, mais duas pessoas estariam envolvidas no assassinato: o irmão de Souza e o vigilante Evandro Bezerra Silva, de 38 anos, que teve a prisão decretada por faltar a um depoimento. Foragido, Silva é procurado. Já os irmãos Souza negam o crime, segundo o advogado deles, Samir Haddad Júnior.



 

 

 

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